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Minha zona de conforto!

* Texto para o blog da marca Pajamas Partners

Quem é que não sai de casa de manhã para trabalhar já pensando na hora de voltar, não é mesmo? O despertador toca, são 6h00. Logo abaixo, o Google mostra que, lá fora, está nublado e a temperatura é de nada mais que 9ºC – um fucking frio! É nessa hora que o dedo coça pra digitar alguma desculpa pro chefe pra não ir trabalhar: “meu carro não liga”, “estou doente”, “preciso levar minha mãe no médico”, “vai ter reunião dos pais na escola do meu filho”. Várias e várias desculpas para esconder uma única verdade, um único desejo: não quero sair do meu conforto, eu quero ficar na minha casa!

Fácil assim, né?! Mas e aí, quem pagará os boletos no fim do mês? Quem vai comprar o presente de aniversário pro seu filho? Aquele jantar que você prometeu pra sua pessoa amada não será de graça.

Sim, tudo tem um preço. A rotina tem seu preço. Viver tem o seu preço. Mas saiba que esse preço não é nada caro e que deixar a sua casa no frio de 9ºC para ir trabalhar não é uma dificuldade, é um privilégio!
Enfrentar o engarrafamento de meia hora, a correria do trabalho, telefone tocando, chefe cobrando, caixa de e-mails lotada, reunião que atrasou, almoço que não aconteceu, projeto que terá de ser refeito… Calma, respira, relaxa!

Já são 18h00 e você nem viu o tempo passar. Sim, 18h00, a hora que você para e pensa: “mais um dia vencido, obrigado Deus!”. A hora que você vê que, ter levantado da cama e passado por mais um dia exaustivo e agitado, valeu a pena. Mas não por você saber que o salário vai estar na conta no 5º dia útil, nem porque os boletos estarão pagos. Valeu a pena porque você sabe que tem para onde voltar e para quem voltar!

Seu filho vai estar te esperando para jogar aquela partida de vídeogame contigo, ou ver o último episódio daquela série que vocês começaram na semana passada. Sua pessoa amada também estará chegando do trabalho dela. Não vai ter janta, ok? Mas então que tal uma pizza hoje? Ou um japa?!


Chegar em casa, tirar o paletó ou o salto alto, tomar um banho e vestir aquela roupa confortável que parece que, ao vestí-la, ela fala no seu ouvido: bem vindo à sua casa, mais um dia!

São esses e outros momentos que, só de você lembrar ou imaginar, você já sente aquele aconchego que só a sua casa pode te proporcionar. Foi pensando nesse sentimento que a Pajamas Partners nasceu e confeccionou uma linha de produtos com o objetivo de deixar a sua casa ainda mais confortável!


E mais que isso, queremos ser parte da sua casa, da sua família! Queremos estar em cada sessão de filmes ou maratonas de séries debaixo das cobertas, em cada café da tarde do fim de semana, em cada dia frio, em cada noite chuvosa. Porque não queremos apenas lhe oferecer produtos, queremos lhe oferecer momentos e histórias!

Sejam bem vindos a Pajamas Partners! Esse blog será o nosso cantinho para compartilharmos nossas histórias e nossos momentos de conforto. Por isso, sinta-se em casa, seja parte da nossa família e conte para nós: em quais momentos a Pajamas Partners está presente no seu dia a dia?


Visite nossas redes sociais e nossa loja virtual, aproveite nossas ofertas e tudo de melhor que temos a lhe oferecer, para você, sua casa e sua família. Porque, de verdade, você será coberto por uma avalanche de conforto!

“Onde Os Outros Não Existem” traz reflexão sobre racismo e homofobia

* Publicado no site Divulga Curitiba

Se você gosta de filmes independentes e temas polêmicos, o Divulga Curitiba tem a dica perfeita para você. É o longa-metragem “Onde Os Outros Não Existem”, produzido aqui na capital através do projeto de incentivo à cultura Teatrando Na Escola. Mais que estar divulgando um trabalho meu (pois fui uma espécie de “faz-tudo” na produção do longa, e com muito gosto), trago aqui uma reflexão sobre dois temas que, cada vez mais, estão em alta na nossa sociedade ~infelizmente~: o preconceito racial e homoafetivo.

 

“Onde Os Outros Não Existem” tem a história conduzida por Caio (Wilson Dantas) e Rodrigo (Victor Daniel), um casal homoafetivo, e por Brenda (Scheila Lopez) e Renato (Gabriel Rodrigues), uma moça negra que namora um rapaz branco. Deu pra sentir o nível de militância presente no filme, né?!

O roteiro foi escrito baseado em fatos verídicos de pessoas e, principalmente, de alunos que entrevistei. A princípio, o filme se passaria apenas dentro do colégio, pois o Teatrando Na Escola é um projeto pedagógico criado pelo pedagogo e ator Clau Lopes que, por sinal, me passava diariamente relatos homofóbicos e racistas que ocorriam com seus alunos. Relatos estes que ultrapassam o chão da escola. A melhor alternativa foi levar “Onde Os Outros Não Existem” para além das salas de aula, abordando o preconceito nas ruas e nas casas dos alunos.

Com a sociedade em constante transformação nessas questões, a nossa visão é de que os jovens possuem a mente aberta, resultando no respeito ao próximo com mais facilidade. Infelizmente isso ainda não acontece. Não foram duas ou três garotas que não participaram do processo de escolha para dar vida a Brenda por vergonha da cor de sua pele. Também foram incontáveis os garotos que “fugiram” da oportunidade de interpretar o Caio e o Rodrigo por medo dos pais ou vergonha dos colegas de sala, por se tratar de personagens gays.

 

Infelizmente não vamos conseguir acabar com esses preconceitos com um ou 100 filmes abordando tais temáticas. Já existem tantas produções e ainda presenciamos coisas absurdas acontecendo. Mas tenho certeza que “Onde Os Outros Não Existem” faz as pessoas colocarem a mão na consciência e pensar em como um negro se sente quando não consegue uma vaga de emprego pela cor de sua pele, ou a dor que um gay sente quando é agredido verbal ou fisicamente apenas por ser quem ele é. Mais do que abordar esses temas, o filme preza pelo respeito ao próximo!

9ª edição do Go Skate Day acontece neste domingo

* Release realizado para a Federação de Skate do Paraná

Considerada a capital brasileira do Skate, Curitiba sediará mais uma edição do Go Skate Day, o evento que mobiliza milhares de skatistas na capital. O evento será realizado neste domingo, 18 de junho, a partir das 11h, com concentração na Boca Maldita. O início da tradicional passeata está previsto para às 13h, rumo a Praça Afonso Botelho (P.A.B.). A 9ª edição do Go Skate Day é organizado e realizado pela Federação De Skate do Paraná (FSP) e Associação dos Skatistas da Praça (A.S. Praça).

Próximo ao final do evento, os organizadores estarão arrecadando livros, roupas, agasalhos e peças de skate para doação, na Praça Afonso Botelho. O evento faz parte das celebrações em torno do Dia Mundial do Skate, comemorado em todo o planeta na quarta-feira, 21 de junho.

O maior encontro de skatistas do mundo já se tornou uma tradição. Além de reunir simpatizantes do esporte, o evento também possui o objetivo de sempre buscar o melhor para a estrutura do skate. Para o presidente da FSP, Adalto Elias, a intenção é unir esporte e cultura para que os skatistas aproveitem de forma mais lúdica a sua modalidade preferida. “Neste dia, skatistas e simpatizantes vão às ruas demonstrar a força do skate na cidade. É a forma que temos para cobrar mais ações do poder público visando o crescimento do esporte. Queremos reformas e manutenção em muitas pistas, mas também queremos mais atenção por parte do poder público. Pensamos que é hora do skatista ser mais valorizado, ainda mais aqui no Paraná onde a cena é muito forte e os atletas muito talentosos.”, afirma Elias que também ressaltou a inserção do skate nos jogos olímpicos como um feito que deve ser comemorado.

Além das apresentações de bandas, haverá Graffitte e obstáculos montados em toda a região da praça. A intenção, segundo o organizador, é desenvolver a aptidão cultural no skatista para que o jovem consuma, além do esporte, arte e cultura. “A parceria com a CUFA (Central Única das Favelas) reforça a nossa vontade de unir o skate com cultura”, conclui o presidente.

Para mais informações, entre em contato com a Federação de Skate do Paraná:
fspdiretoria2012@hotmail.com
Fone: (41) 3082 3444
Cel: (41) 9 9981 6272

"Onde Os Outros Não Existem" - saiba tudo que rolou na estreia do longa

Resenha publicada no site Loleepop

Uma noite de gala! Assim pode ser definida a estreia de "Onde Os Outros Não Existem". O evento que aconteceu neste sábado (22/04), no Cine Guarani, contou com tudo que uma noite de estreia de um longa-metragem tem direito: fotos com o elenco e produção, presença de autoridades dos mais variados setores, cerimônia de abertura com direito a homenagens, e claro, muita emoção. Tudo estava muito lindo!

 

O filme foi exibido pela primeira vez para o elenco e o público presente, que expressaram os mais diversos sentimentos enquanto assistiam a história de Caio, Rodrigo, Brenda e Renato. Surpresa, gargalhadas, ansiedade, impacto, emoção. Quando os créditos subiram após uma forte mensagem reflexiva sobre preconceito e amor, as lágrimas e os aplausos ecoaram a sala do cinema que contava com cerca de 100 pessoas, todas com a certeza de que acabaram de assistir uma produção independente e muito bem feita, digna de boas produções do cinema nacional comercial.

Ainda não consegui absorver o que realmente foi a noite de 22 de abril de 2017. Ainda tô perplexo, tô sem acreditar, tô nas nuvens, tô realizado! Ainda mais hoje que me dei conta de que este mês fez um ano de trabalho duro: pesquisa sobre os temas, depoimentos, criação e roteiro, oficinas preparatórias (o momento em que virei professor também), teste de elenco, preparo de elenco, ensaios, gravações durante 2 meses, edição, pós-produção (tratamento de imagem, mixagem de áudio, trilha sonora), e enfim, o corte final! Tudo isso cercado de muita correria, momentos de estresse, noites sem dormir, dias sem comer direito, sustos, apuros, piadas, gargalhadas, micos, cumplicidade, carinho, amizade, parceria, e por que não, amor. Muita coisa, não? Mas quando se faz com o coração, com amor, o tempo passa e você não vê.


"Onde os outros não existem" certamente se tornou o trabalho mais importante da minha vida, porque aqui tive a certeza de que não estou sozinho, de que muita gente está disposta a ultrapassar todas as dificuldades e barreiras em busca de um sonho, e muita gente que acredita no seu sonho está disposta a te ajudar da maneira que puder!


Como eu disse nesses últimos dias, um elefante à menos nas minhas costas, mas no sentido positivo, porque é um "elefante" que entrego satisfeito pro mundo! Meu eterno obrigado ao meu grande amigo Clau Lopes e aos meus pais. Meu eterno obrigado a todos, sem exceção, a absolutamente TODOS os envolvidos nesse sonho realizado que se chama "Onde Os Outros Não Existem"!

Quem ainda compra CD? Muita gente!

 

Na metade dos anos 90, o mercado fonográfico brasileiro aboliu de vez o vinil e o CD ocupou o seu lugar. Até aí, nenhuma grande alteração – em números. No início dos anos 2000, este mercado sofreu com a pirataria implantada no mundo da música, com CD's de baixa qualidade e vendidos por menos da metade do preço. De acordo com dados da ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Discos), as vendas de CD's no Brasil caíram 17% entre 2000 e 2003, período em que a pirataria ficou em alta. No ano de 1999, foram vendidos 88 milhões de CD's, enquanto em 2003, este número caiu para 56 milhões.

 

Com esta queda, as premiações / selos que a ABPD oferece aos músicos e gravadoras (Disco de Ouro, Platina, Diamante) foram alteradas de acordo com o aumento da pirataria, ano após ano. Apenas em janeiro de 2010 que as metas se estabilizaram. Em novembro de 2008, a academia abriu espaço para as vendas digitais, já que com a popularização da internet, a aquisição de músicas e álbuns ficou muito mais viável. Para ficar mais clara estas alterações:

* Até janeiro de 2004, um disco de Diamante equivalia a 1.000.000 de cópias vendidas. Hoje, o mesmo selo equivale a 300.000 cópias vendidas. Vale ressaltar que isto é só uma meta e que o selo de diamante é oferecido até a sêxtuplo da meta estabelecida.

* Para vendas digitais, um disco de Diamante equivale a 500.00 cópias vendidas por sites e aplicativos reconhecidos.

 

Atualmente, vemos que na prática, o público voltou a comprar CD's físicos. No levantamento anual feito pela ABPD, em 2014 as vendas digitais ocuparam 37,5% no mercado, enquanto as vendas físicas ocuparam 40,6%. Em números mais claros, as vendas de CD's digitais alcançaram 65,70 milhões de reais no Brasil, enquanto os CD's físicos tiveram uma vendagem de 159,0 milhões de reais. Isso mostra que o brasileiro ainda possui o velho hábito de manter a prateleira decorada com CD's.

 

Sertanejo na preferência

 

O atual mercado fonográfico brasileiro é dominado por artistas do gênero sertanejo. Segundo o ranking nacional da ABPD em parceria com o site Portal do Sucesso, de 10 CD's vendidos, 7 são de artistas sertanejos. Durante todo o mês de setembro, Gusttavo Lima, Luan Santana, Leonardo & Eduardo Costa e Cristiano Araújo lideraram as 4 primeiras posições com seus respectivos álbuns lançados.

 

No levantamento anual da ABPD realizado em 2014, dos 20 álbuns mais vendidos no Brasil, 7 foram de artistas sertanejos: Paula Fernandes (5ª posição), César Menotti & Fabiano (11ª posição), Luan Santana (12ª posição), Jorge & Mateus (13ª posição), Festival Villa Mix 3ª Edição (16ª posição), Gusttavo Lima (17ª posição) e Zezé Di Camargo & Luciano (18ª posição). Este ranking foi liderado pelos religiosos, Padre Marcelo Rossi (1ª e 3ª posição) e Padre Alessandro Campos (2ª posição).

O fenômeno que não afundou

 

“Nada no mundo poderia vir entre eles!”. Era com esta frase que as bilheterias de cinema anunciavam a estreia de um dos filmes mais aguardados de 1997. No dia 19 de dezembro daquele ano, estreava “Titanic”, filme de James Cameron que conta a história do navio naufragado em 15 de abril de 1912, quando se chocou com um iceberg e levou consigo a alma de 1.500 vítimas. Quando estreou no Brasil um mês depois, o longa protagonizado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet já havia alcançado uma popularidade que não se esperava. Em poucos meses, “Titanic” se tornou um fenômeno mundial, obtendo sucesso de crítica, bilheteria e premiações. Das 14 indicações ao Oscar, o longa venceu 12, incluindo Melhor Filme.

 

Após sair de cartaz dos cinemas no dia 01 de outubro de 1998, “Titanic” havia quebrado o recorde de bilheteria, tendo arrecadado mais de 2 bilhões de dólares pelo mundo inteiro, se tornando o filme mais visto de todos os tempos – recorde quebrado pelo longa Avatar, em 2010, também de James Cameron. Nos dias 14 e 15 de dezembro de 2000, “Titanic” foi exibido em duas partes na sessão “Cinema Especial” da Rede Globo. Os dois dias de exibição marcaram 51 e 54 pontos respectivamente e tornou o longa, o filme de maior audiência na TV brasileira. 15 anos após seu lançamento, “Titanic” foi re-lançado em 3D nos cinemas do mundo todo, homenageando o centenário do naufrágio do navio.

 

Para iniciar as gravações de “Titanic”, James Cameron mergulhou até os destroços do navio no Oceano Atlântico, realizou diversas pesquisas a fundo e se aperfeiçoou em todos os detalhes da história do navio, isto é perceptível enquanto se assiste ao filme. Não apenas na parte visual quando é mostrado as locações internas do navio, os detalhes do figurino dos personagens, a direção de arte que realizou um trabalho excelente e minucioso na recriação de todos os elementos do navio (desde os detalhes das xícaras de café até a famosa escadaria da primeira classe do navio). Mas também, no contexto histórico e verídico do real Titanic.

 

Uma das principais referências para Cameron na elaboração do roteiro do filme é o livro “Uma Noite Fatídica”, de Walter Lord. Publicado em 1955, o livro é o mais fiel e clássico relato das horas finais do Titanic, contendo depoimentos de passageiros que sobreviveram ao naufrágio, bem como uma pesquisa mais realística da tragédia. Analisando o livro e o filme, é evidente que o longa foi fiel aos relatos contidos no livro. Porém, poucos destes relatos aparecem no filme, muitos foram limados do longa no último corte da edição. Mas as cenas (que remetem aos relatos do livro) foram disponibilizadas aos fãs do longa nas edições especiais lançadas em DVD e Blu-Ray, anos depois após o lançamento do filme. Por um lado, é até compreensível que estas cenas foram excluídas do filme. Afinal, elas só fariam sentido para aqueles que leram o livro antes de ver o filme, digamos que as cenas servem para quem realmente se interessa pela história do naufrágio.

 

A produção do filme mobilizou centenas de profissionais. Um protótipo do navio foi construído em escala real, tendo 227m de comprimento, dentro de um tanque com capacidade para 70 milhões de galões de água. Praticamente, um novo estúdio foi construído. Para aqueles que teimam em afirmar que todas as cenas do naufrágio foram computadorizadas, estão ligeiramente enganados. Para as cenas do naufrágio, cabos de aços puxavam o protótipo para baixo, pois dentro do tanque havia uma plataforma de 15 metros, tudo planejado para as cenas externas do naufrágio. Para as cenas internas, o mesmo método foi utilizado: cenários construídos em um tanque de 5 milhões de galões de água, manipulados por cabos de aço. Vale ressaltar que a água utilizada no filme era gelada. Cameron recusou o uso de água aquecida, alegando que a temperatura alta poderia embaçar as lentes da câmera.

 

Falar do filme “Titanic” e não mencionar sua trilha sonora é quase um pecado. Composta por James Horner, a trilha sonora fez bastante sucesso e se tornou uma das mais vendidas no mundo, mesmo tendo apenas uma canção cantada. “My Heart Will Go On”, imortalizada na voz de Celine Dion, se tornou a marca registrada do filme, além de possuir até hoje, o mérito de ser a canção mais executada nas rádios de todos os tempos.

 

São fatores como estes que fazem de “Titanic” um verdadeiro fenômeno. Atualmente, muitos ousam em criticar o filme, alegando ser clichê e/ou meloso demais. De fato, a história do casal protagonista Jack e Rose possui uma grande dose de romance clichê, mas foi um romantismo que fez muita gente chorar nas salas de cinema em 1998 e ainda, em 2012, quando o filme foi re-lançado em 3D. Isto é uma prova de que, mesmo sendo considerado “batido”, o longa se tornou um clássico e emociona públicos de todas as idades. O uso da história romântica no filme – que é fictícia – teve seu propósito cumprido. Mesmo o público tendo conhecimento de que uma tragédia vai acontecer, o romance por um momento “apaga” essa certeza do espectador, fazendo com que ele se surpreenda no momento em que os vigias avistam o iceberg bem a frente do navio. Muitos se lembram do filme pela história romântica, outros ficaram marcados pela tragédia do navio – que é um fenômeno a parte. A história real do Titanic instiga pesquisadores e curiosos até hoje, sendo considerada uma lenda que não possui todos os seus mistérios desvendados.

© 2019 por RAPHAEL PEREIRA.

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